Eulália Silva é apontada como suspeita da morte da enteada, Lara, uma criança de apenas 8 anos. O caso chocou a comunidade e está a ser investigado pelas autoridades.
Segundo informações divulgadas pela imprensa, a mulher terá sido suspeita de asfixiar a menina até à morte, num alegado contexto de conflito familiar.
As primeiras informações indicavam que o crime poderia ter sido motivado por um desejo de vingança contra o marido da suspeita.
De acordo com relatos publicados, Eulália Silva terá inicialmente confessado o crime à Polícia Judiciária durante as diligências de investigação.
No entanto, durante o primeiro interrogatório judicial realizado esta sexta-feira, 19 de junho, no Tribunal de Vila Pouca de Aguiar, a arguida terá negado qualquer envolvimento na morte da criança.
Segundo o Correio da Manhã, a suspeita afirmou perante o juiz que não teria sido responsável pelo que aconteceu à menina.
“Não era eu que estava a matar a Lara, nunca fui eu que fiz isto”, terá declarado Eulália Silva, conforme citado pela publicação.
A mulher terá ainda mencionado durante o interrogatório que “ouvia vozes”, uma declaração que poderá ser analisada no âmbito do processo.
O tribunal deverá agora avaliar todos os elementos apresentados pelas autoridades e decidir os próximos passos judiciais.
A investigação continua em curso para esclarecer todas as circunstâncias que envolveram a morte da criança.
O caso permanece sob acompanhamento das autoridades competentes, enquanto são recolhidas novas provas e depoimentos.
A família e a comunidade aguardam pelos desenvolvimentos do processo, que continua a causar grande comoção.
