Um homem de 55 anos sofreu ferimentos extremamente graves na sequência de uma explosão ocorrida este sábado num anexo de uma habitação localizada no concelho do Montijo, distrito de Setúbal.
O acidente aconteceu durante o início da tarde e mobilizou um significativo dispositivo de emergência para a freguesia do Alto Estanqueiro-Jardia, onde se registou a ocorrência.
Segundo as primeiras informações apuradas, a explosão terá tido origem numa botija de gás existente no interior do anexo, provocando uma violenta deflagração que atingiu a vítima.
O alerta foi dado cerca das 13h30, levando à rápida deslocação de bombeiros, equipas médicas e forças de segurança para o local do incidente.
A força da explosão causou grande alarme entre os moradores da zona, que relataram ter ouvido um forte estrondo a várias dezenas de metros de distância.
Quando os meios de socorro chegaram ao local, encontraram o homem com queimaduras muito extensas, exigindo assistência médica imediata devido à gravidade do seu estado.
De acordo com informações prestadas pelas equipas de emergência, a vítima sofreu queimaduras em grande parte do corpo, o que obrigou à ativação de meios especializados de suporte avançado de vida.
Para garantir o transporte em segurança, foi mobilizada a Viatura Médica de Emergência e Reanimação do Barreiro, que acompanhou o homem durante a transferência para uma unidade hospitalar em Lisboa.
O ferido foi encaminhado para o Hospital de São José, onde ficou sob cuidados médicos especializados, mantendo-se reservado o prognóstico devido à gravidade das lesões.
A operação de socorro envolveu cerca de 16 operacionais de diferentes entidades, incluindo bombeiros, equipa de Suporte Imediato de Vida e militares da GNR.
As autoridades iniciaram diligências para apurar as circunstâncias exatas da explosão, embora os indícios apontem para um acidente associado a uma possível fuga ou acumulação de gás.
Este incidente volta a chamar a atenção para a importância da manutenção e verificação regular de equipamentos alimentados a gás, sobretudo em espaços fechados, onde eventuais fugas podem representar um elevado risco para pessoas e bens.
