A Autoestrada 1 (A1) encontra-se cortada ao trânsito no troço compreendido entre Albergaria e Aveiro Sul, em ambos os sentidos, devido a um incêndio ativo na zona de Aveiro. A informação foi confirmada por fontes da GNR, da concessionária Brisa e do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Região de Aveiro.
O fogo, que lavra na freguesia de Eixo e Eirol, obrigou à mobilização de um forte dispositivo de combate às chamas. De acordo com dados disponibilizados pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, às 17h30 estavam empenhados no teatro de operações cerca de 150 operacionais, apoiados por 45 viaturas terrestres e quatro meios aéreos.
A GNR de Aveiro alertou os automobilistas através da sua página oficial na rede social Facebook para o corte da circulação naquela via estruturante do país. As autoridades apelam a que os condutores evitem a zona afetada e optem por percursos alternativos, indicando como principais alternativas a A17, a A25 ou a Estrada Nacional 235. A recomendação é para que todos circulem com prudência acrescida e respeitem as orientações dadas pelas forças de segurança no terreno.
Também a Brisa, concessionária responsável pela exploração da A1, informou em comunicado que o trânsito está interrompido ao quilómetro 232. Os veículos estão a ser desviados no nó de Aveiro Sul, numa operação que visa garantir a segurança dos utilizadores da via e facilitar o trabalho dos meios de socorro. A empresa agradeceu ainda a compreensão e colaboração dos automobilistas perante os constrangimentos registados.
Apesar da dimensão do incêndio e do número significativo de operacionais destacados, fonte do Comando Sub-Regional de Emergência esclareceu que, até ao momento, não há habitações em perigo. As equipas continuam no terreno a trabalhar para dominar as chamas e evitar a propagação do fogo a outras áreas sensíveis.
O corte da A1 está a provocar condicionamentos na circulação rodoviária, tratando-se de uma das principais artérias que liga o Norte ao Sul do país. As autoridades mantêm o acompanhamento permanente da situação e deverão atualizar a informação assim que estejam reunidas condições para a reabertura do troço afetado.
Entretanto, reforça-se o apelo à prudência e ao respeito pelas indicações das autoridades, numa fase em que o combate ao incêndio continua a exigir meios significativos e coordenação entre várias entidades.
